Reportagem do Bicicletário do Mercado Público

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26 respostas para Reportagem do Bicicletário do Mercado Público

  1. Melissa disse:

    Pra mim, a novidade desse vídeo é que querem instalar bicicletário no Largo Zumbi dos Palmares (eu sempre imagino uma grande escultura do símbolo da Massa Crítica lá no meio).

  2. Nossa eles fizeram até um “videozinho” pensando que estão agradando hmmm….

    Poxa vida a estrutura disso é rídicula, super frágil.
    Será mesmo que nossa cidade não tem condições de “incrementar” nossas paradas de ônibus e fazer bicicletários semelhante a isto:

    e bicicletários fortes como este: http://www.ta.org.br/blog/2014.jpg
    #FORTUNATTIFAÇAADIFERENÇA

  3. Marcelo disse:

    Essa foi a parte fácil. Bicicletários são baratos para a prefeitura e não incomodam ninguém. Quero ver agora é a prefeitura assumir uma postura que enfrente a cultura do automóvel e devolva a cidade para as pessoas. Isso eu quero ver.

    Desde que o Fogaça e o Fortunati assumiram, eles só vem tirando espaço dos pedestres e dando para os carros. Isso é pensamento do século passado. Tá na hora de começar a tirar espaço dos carros e devolver para as pessoas.

  4. luizmullerpt disse:

    Marcelo

    É isto mesmo. Temos que tirar os carros particulares do centro. Cidades como Londres e Florença já fizeram isto há muito tempo. Lá paga pédágio pra transitar no centro e não tem estacionamento nas ruas. Os estacionamentos privados são limitados e tem vagas controladas. De automotores só etm que circular no Centro histórico os ônibus, lotações taxis. Quanto mais tempo a prefeitura leva para tomar medidas, pior vai ficando a situação. A mobilização feita por vocês ajudou a colocar no Mercado Público os bicicletários, que no entanto, ainda são pequenos. Tem que ter privilégio para bicicletas e não enfiá-las embaixao da escada. É assim, privilegiando as bicicletas que se incute na população o verdsadeiro valor que tem as bicicletas, que ocupam pouco espaço, não poluem, não matam e de quebra ainda são boas pra saúde.

  5. sergio disse:

    Hoje fui no Mercado e usei o bicicletário. Achei muito ruim.
    Não segurava a minha bicicleta que tendia a cair para trás. Tive que me contorcer pra segurar a bicicleta e conseguir colocar a corrente ao mesmo tempo. A corrente teve que ficar bem justa porque ela que estava segurando a bicicleta no lugar.
    Prefiro colocar em um poste na rua enquanto não instalarem os paraciclos definitivos em forma de cuia. Achei um desperdício do nosso dinheiro. Mas talvez possam ser reaproveitados se forem colocados no chão em algum lugar.

  6. bandarra disse:

    Putz, que saco, Sergio. Mas ainda assim, achei a velocidade de instalação um recorde. A mobilização do pessoal da MC teve muito a ver com isso, e portanto parabéns. Segue-se na luta. A questão dos carros, me parece, é sobretudo uma questão de educação. A real é que, com respeito à vida humana e um pouquinho de civilização, acho que tem espaço pra bicicletas e carros. Mas até lá ainda faltam muitas massas críticas. Long Live Critical Mass!

  7. Cyro disse:

    Não é por nada não, mas esse é bicicletário tão anunciado nessa reportagem, é uma piada, tosco, sem praticidade e sem segurança, pessimo pra colocar a bike! ainda bem que é o provisório, vamos esperar que o bicicletário de verdade que vão colocar ainda seja muito melhor que isso…

  8. Valter Nagelstein disse:

    Putz, à exceção de uma alma boa, o resto só critica, que beleza! os caras metem até o Fogaça na história dizendo que ele o Fortunati invencível carros?! De que mundo vc vem meu? Carros se foram incentivados foi com política macroeconômica de baixar IPI e dar muito financiamento, ou seja, nada a ver com os gestores do município. E duas coisas tb pra quem fala o que não sabe: os suportes no chão entortam o aro caso alguém empurre a bicicleta e ali e se vcs forem lá olhar, era a única forma de caber as bicicletas sem influir na circulação de pedestres, ou vcs tb não querem pedestres no Mercado?
    Luiz meu camarada, aproveita a realização e põe lá na DRT. Vc trabalha lá há anos e até hm não pôs 1 vaguinha pra bicicleta lá pros trabalhadores cara!! Ah, e faz assim, põe no meio da porta, quem sabe mostra o tal “privilegio” que deseja dar às bikes.
    Volto a dizer, eu gosto da crítica, MAS A CONSTRUTIVA!

    • Melissa disse:

      Valter, certamente os carros foram incentivados por essas políticas que disseste, mas quem cede espaços públicos para os carros estacionarem e circularem são os gestores do município. E vamos combinar, quem sai nas ruas de Porto Alegre vê coisas absurdas, como ruas de quatro vias em que duas são pros carros ficarem empacando, digo, estacionarem, e as outras duas pra circularem. Tu acha que isso é um uso inteligente do espaço público?

      Uma vez assisti a um vídeo que um político da Colômbia dizia que se os carros particulares não têm onde estacionar, isso não é um problema público. É bastante óbvio, mas não cai a ficha dos governantes daqui. Porto Alegre sempre vai continuar uma droga em questão de trânsito se a maior prioridade não for o transporte público e o não-motorizado.

      Ah, desculpe se tu se sentiu mal compreendido aqui no blog, mas é que nós temos muito pela frente pra lutar, e quando vem uma coisa boa é bom já olhar pra próxima a ser melhorada. Apesar dos bicicletários provisórios terem seus poréns, esperamos ver em breve os oficiais no Largo! Obrigada pela iniciativa.

      Obs: eu agradeceria muito se os bicicletários do Largo não fossem patrocinados pela iniciativa privada. Chega de ter tudo que é obra pública patrocinada nessa cidade.

    • Marcelo disse:

      Valter, são todas críticas construtivas e fundamentadas de pessoas que querem uma cidade mais agradável para as pessoas e mais sustentável.

      Embora eu não tenha entendido bem a tua frase “fogaça e fortunati invencível carros?!” acho que entendi a posição que queres passar. O Fogaça e o Fortunati incentivam sim o uso de carros. Investir em vias para automóveis e criar estacionamentos é incentivar o uso dos carros. Até mesmo os palestrantes do seminário de mobilidade e inclusão disseram na ocasião, evento organizado pela própria PMPA ali no Hotel embaixador, que quanto mais se alarga vias, mais se aumentam os congestionamentos. E é isso que Fortunati e Fogaça vêm fazendo: duplicação da Beira-Rio, da Voluntários, planos de construir novos viadutos, abriram ruas do centro que eram só para pedestres para a circulação do automóveis e agora ainda querem construir estacionamentos subterrâneos no centro e sob a Redenção. Isso tudo é SIM estimular o uso do automóvel.

  9. Valter Nagelstein disse:

    Esqueci, ainda teve alguém que cogitou “como uma mulher de 70 anos conseguiria por a bicicleta ali?” Bem, me chamem que eu quero ver, ADORARIA ver. Mas confesso que nunca vi uma senhora nessa idade pedalando no trânsito do centro.
    Mas é que a alma essa – que criticou – tem que inventar uma hipótese absurda (e ainda escrever) só pra atender seu propósito de dar pau. Entendo!
    Bem, e só pra que vcs saibam, eu providenciei a instalação e não teve NADA a ver com o blog, instalei pq achei justo (e + fiz em prazo recorde).
    Achei que pedalar desestressava, mas, pelos comentários…

    • Marcelo disse:

      Caro Valter, não é uma hipótese absurda. Se senhoras idosas não usam bicicleta como meio de transporte em POA é porque até hoje, NENHUM GOVERNANTE DESTA CIDADE INVESTIU SERIAMENTE NA BICICLETA COMO MODAL DE TRANSPORTE, pelo contrário, a maioria dos prefeitos, vice-prefeitos, secretários e demais governantes da cidade MARGINALIZARAM o uso da bicicleta, como a construção de grandes avenidas de trânsito rápido, alargamento de vias e estreitamento de calçadas que tornam as vias mais hostis a pedestres e ciclistas e práticas de fiscalização de trânsito que ignoram os direitos de pedestres e ciclistas.

      É óbvio que a instalação dos bicicletários tem tudo a ver com este blog, pois foi graças às nossas atitudes de reivindicar nossos direitos que ficaste sabendo do fato e então tomaste uma atitude. Senão ia passar batido, pois várias outras pessoas já tiveram suas bicicletas acorrentadas no Mercado Público e ficou por isso. O próprio Maicon Bock da ZH nos comentou que um amigo dele havia passado pelo mesmo antes de toda a polêmica.

      Pedalar desestressa sim. Mas não ser tão estressado não significa deixar de ser crítico e de reclamar nossos direitos.

      • Marcelo disse:

        A Valter, antes que eu esqueça, não precisa nem ser uma senhora de 70 anos. Duas meninas que andam de bicicleta como meio de transporte pediram para eu te dizer aqui que elas também não conseguem prender as bicicletas delas nos bicicletários.

      • Marcelo disse:

        Ah, Valter, antes que eu esqueça, não precisa nem ser uma senhora de 70 anos. O Sérgio ali em cima, tem 30 anos e é saudável, e teve dificuldades para colocar a bicicleta dele. Imagina alguém mais fraco.

        Por sinal, duas meninas que andam de bicicleta como meio de transporte pediram para eu te dizer aqui que elas também não conseguem prender as bicicletas delas nos bicicletários.

        Eu particularlmente acho os bicicletários pouco práticos, mas vou utilizá-los sempre que for ao Mercado Público só para apoiar os parcos (mas marqueteiros) investimentos que a prefeitura de POA faz em transporte sustentável.

  10. João Fonseca disse:

    Valter seu comentário: “Bem, e só pra que vcs saibam, eu providenciei a instalação e não teve NADA a ver com o blog, instalei pq achei justo (e + fiz em prazo recorde)”, parece-me um tanto descabido, não esqueça que as bicicletas só viraram foco de atenção depois do ocorrido com o pessoal da MC e todos os nossos protestos. Quanto a fazer em “prazo recorde” é parte de sua função como gestor e a isso não lhe cabe mérito algum, afinal seu salário é pago por todos nós, ciclistas ou não. Capitalizar sobre algo que é a pura obrigação é oportunismo político. Quantos às críticas, elas não são somente para massagear o ego, se forem “só construtivas”, como vc gosta, parece que não temos nada a melhorar, que o posto está bom e nem sempre é assim…

  11. Cyro disse:

    pra mim só depois das criticas que se mexeram pra pensar em colocar um bicicletário no mercado, e também não vejo nada de errado em nenhuma critica aqui, são apenas visando a melhoria e a qualidade de vida das pessoas, só quem anda de bicicleta na cidade sabe das dificuldades que encontra… mas parabéns por cumprir seu dever, e fazer algo pelo bem da população que trabalha pra pagar impostos para ter apenas o mínimo do que poderia ter, pois você fez não mais do que sua obrigação, e esse bicicletário ainda é muito pouco mesmo e querer ter méritos por isso também!

  12. Atilio disse:

    Prezado Valter, o bicicletário foi mal instalado, qualquer pessoa que se locomove com bicicleta percebe isso. Nenhuma destemperança ou agressão aos usuários consegue mudar esse fato. O cidadão usuário de bicicleta eventualmente expressa suas dificuldades com indignação, pois há anos sofremos com a falta de interesse de órgãos municipais – do PT, PMDB etc. – em adotar políticas em prol dos usuários de bicicletas e pedestres. Ninguém aqui desconhece essa história e, pelas tuas palavras, ficamos agora sabemos que todos aqui a conhecem melhor do que você. É perfeitamente compreensível a indignação de quem há anos não se sente acolhido pelas instituições que têm a função de acolher, estudar, aprofundar, complexificar as demandas sociais. O que não se pode justificar é a tua postura grosseiramente autoritária. A que vem esse tipo de gritaria? O que você espera construir com isso? Ninguém aqui vai ser convencido por arroubos de raiva e textos mal escritos. Se quiser me convencer, escreva bons argumentos e promova a discussão, não o embate grosseiro e redutor, e, sobretudo, mostre que procura aprender com as dificuldades dos cidadãos ao invés de vir à cena querendo ensinar como é que eles deveriam expressar essas dificuldades para melhor satisfazer teu ego.

  13. Henrique disse:

    O pessoal falou sobre o incentivo aos carros, mas não falou sobre os ônibus que em época de eleição, bancam as campanhas dos nossos atuais gestores municipais e são interessados na não-divulgação do ciclismo como meio de transporte.

    Eu li e recomendo este artigo: http://juliocamara.com.br/bicicletario-no-mercado-publico-bom-para-quem/

    O cara ainda criticou as atitudes absurdas do Valter, que se refletem por aqui.

    Abraços

  14. Valter Nagelstein disse:

    Gente: só pra que não passe batido, esse menino Julio Câmara, junto com uma turma do Psol, incentivados por um cc que é pago com dinheiro publico e que na verdade é estudante profissional da UFRGS, começou a gritar barbaridades pra mim na Câmara, num dia que fui lá conversar com colegas vereadores. Ele queria que eu assinasse a CPI da juventude. Tentei explicar a ele que eu estava licenciado, que era secretario, aí ele disse pra eu “tomar vergonha na cara” e outras ofensas que viraram moda. Trabalho serio, cumpro meus compromissos, represento meus eleitores ( gostem ou nao) e exatamente por isso não aceito ofensas. Aí, depois de ouvir eu dizer que safado era ele, veio inverter as coisas e dizer que foi ofendido por mim. Hahaha! Se vc não quer ouvir coisas, é preciso respeitar os outros, mesmo que vc não concorde com nada do que ele pensa. Eu, pra quem me conhece, adoro gentileza, mas não pago vale pra grossura nem ofensa!
    A propósito, fui eu como líder do governo que priorizei e fiz votar o Plano Diretor Cicloviario, e as ciclovias da Ipiranga e Restinga.

    • Melissa disse:

      Valter, já que fizeste votar e apóias a ciclovia da Ipiranga, aproveito para te pedir um grande favor: não deixe que essa ciclovia seja construída como a da Diário de Notícias, olhe essa foto: http://www.clicrbs.com.br/blog/fotos/248277post_foto.jpg

      Já andou de bicicleta ali? Parece que dá um tique nervoso por causa desse chão, os dentes ficam batendo e ainda por cima é uma “ciclocalçada”, porque ciclovia/ciclofaixa é na pista! Quem teve a idéia genial de fazer uma pseudo-ciclovia com chão de lajotas?

    • Marcelo disse:

      Que bom, Valter, que fizeste votar o Plano Diretor Cicloviário, ele em teoria é muito bom, mas na prática esta sendo meio “matado”.

      Como já foi criticado neste blog, a ciclovia da Restinga, bem como a da Diário de Notícias possuem trechos sobre as calçadas. Isso além de tirar espaço do pedestre, penalizando-o, já se mostrou que não funciona para quem usa a bicicleta como meio de transporte. pois é preciso transitar a uma velocidade mais baixa do que podemos fazer na rua, para ter cuidado com pedestres, principalmente crianças, e animais domésticos.

      Se queremos ter um trânsito mais humano é preciso primeiro dar prioridade ao pedestre, DEPOIS para coletivos e transportes de propulsão humana e POR ÚLTIMO para os carros, pois eles são os grandes vilões, que mais matam, que mais poluem, que mais congestionam.

  15. Renan disse:

    VALTER. Realmente a prefeitura poderia dar exemplo e construir grandes bicicletários cobertos, bem visíveis (e seguros) que servissem para a suprir a demanda da “região” e não só de um edifício em particular. O comentário sobre a má qualidade da pseudo-ciclovia da Diário de Notícias é muito pertinente. Praticamente não serve mais para bicicleta em alguns trechos pela erosão do solo, e em outros pela multidão de pedestres e até CARRINHOS DE BEBÊ.

  16. Cyro disse:

    Pra mim ciclovia em calçada não é uma ciclovia, é uma enganação!
    Achei muito boa essa idéia de fazer grandes bicicletários cobertos, e independentes pela cidade, seria muito bom!

  17. Atilio disse:

    O Plano Cicloviário é um esforço coletivo, de longa data, e ainda pode e deve ser bastante aprimorado. Botar em votação não foi mais do que obrigação do Valter, ocupando o lugar que ocupava. O esforço coletivo deve ser saudado, mas não vejo porque alguém capitalizar individualmente esse enorme trabalho conjunto. Aliás, só me faltava não botar em votação, já que o projeto estava discutido com diversos setores e pesquisado com apoio da própria prefeitura. Agora é seguir trabalhando.

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